Homenagem ao Prof. Doutor Ernâni Lopes
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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Mensagem que também enviei ao PR, ao Gabinete do Ministro da Defesa, a todos os partidos políticos,vários órgãos de comunicação social, camaradas, amigos e familiares:
O Ministro entende que a AOFA não representa todos os oficiais. Claro que tem razão ao dizer “todos”. Mas isso não significa que uma esmagadora maioria não esteja descontente. Também o seu PSD não representa sequer uma maioria de eleitores mas obteve legitimidade para governar porque os outros tiveram ainda menos votantes.
Para saber se há muitos ou poucos descontentes nas FA era preciso conviver com eles informalmente e... ouvi-los! E a AOFA, ao contrário do Ministro, fá-lo. Mas nem sequer é ouvida.
Numa democracia, os militares submetem-se ao poder civil mas não são seus escravos, só com obrigações e sem direitos.
Estamos em tempo de crise que não foram as FA a criar, mas é preciso atender a que, há mais de 30 anos que, enquanto outros sectores da sociedade se foram expandindo, alguns para além do que as finanças do País permitiriam, as FA tiveram sucessivas reduções, atingindo um mínimo dos mínimos. Reduzir ainda mais, torna inviável que as FA sejam força de dissuasão credível para a defesa do País. Os cortes não podem ser nas mesmas percentagens.
Para a dissuasão, é também indispensável dispor de equipamentos capazes de fazer frente a eventuais ameaças. Paralisar a Lei de Programação por anos indeterminados é negar-lhes tais meios.
Uma força militar não se consegue operacional com um estalar de dedos. É preciso aprender e depois, com treino constante, aperfeiçoar e manter o conhecimento e automatizar as reacções o mais possível. Por exemplo, ter navios, aéreos ou viaturas paradas por carência de dinheiro para combustível impede aprendizagem e faz perder “o dedo”, podendo até causar graves prejuízos humanos e materiais em desastres motivados pela inexperiência.
Mas não é só com material que se vence. O factor moral é muitas vezes decisivo. Nada contribui para o moral, antes o diminui, o facto dos militares serem constantemente enxovalhados pelos poderes constituídos e nalguma comunicação social. É preciso extrema abnegação e abstracção para sacrificar a vida e o futuro dos filhos na defesa de quem nos trata mal.
E, porque a sua missão pode envolver a perda da capacidade física ou da própria vida, é obrigatório que se lhe dê apoio de retaguarda, na sua saúde e na dos seus dependentes. Tal está até consagrado na Lei da Condição Militar que este e o último Governo desrespeitam, dando assim até péssimo exemplo para exigir aos outros o cumprimento de leis.
Além disso, porque a hierarquia é parte integrante e indispensável de qualquer organismo ou força militar e a chefia é posto, é indispensável também que haja promoções quando se ascende a tais cargos.
António José de Matos Nunes da Silva
C/Alm Ref
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António J. M. Nunes da Silva
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José Botelho Leal
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O meu artigo de 03-Fev no DN versa sobre a insatisfação dos militares.
Mas o que me preocupa mais é que se usam demasiadas vezes, e mal, os termos "moral" e "ética" sem razão ou sem se perceber bem o que eles querem dizer.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2281507&page=-1
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Jorge Silva Paulo
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No próximo dia 8 de fevereiro, o Navio-escola Sagres comemora 50 anos ao serviço da Marinha Portuguesa e de Portugal. Para assinalar tão importante data na vida do Navio, irão decorrer diversas atividades de natureza social e cultural no período de 4 a 12 de fevereiro, com o Navio atracado no cais de Alcântara, em Lisboa.

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Tito Cerqueira
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José Botelho Leal
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Informação agora colhida refere que será celebrada amanhã dia 31 de Janeiro pelas 14h30m uma Missa na Capela de S. Roque, a que se seguirá, pelas 15h, a saída do funeral do Almirante Silva Horta para o Cemitério do Alto de S. João.
À Família enlutada envio os meus sentimentos de pesar.
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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Recebido, por correio electrónico, do nosso camarada CFrag (R) Engenheiro Maquinista Naval Humberto Costa Roque, o seguinte apontamento:
Quem comanda o navio deve ser o comandante!
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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Uma visão detalhada da rota seguida pelo Costa Concordia que permite especular sobre a capacidade de manobra do navio após a primeira colisão.
A velocidade a que ele pode navegar, o caminho por ele seguido inicialmente e a inversão de rota que o leva ao encalhe, a uma velocidade muito reduzida é, na minha opiniã,o mais resultado de abatimento por vento e corrente do que à capacidade de manobra do navio. Para fundamentar esta opinião seria necessário analisar as condições meteorológicas no local e momento do acidente.
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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Com a devida vénia transcrevo do jornal "Mirante" e acedido através do Resumo de Imprensa da AOFA o seguinte artigo:
| Presidente da câmara opõe-se a qualquer pedido para alterar o PDM visando a construção de habitações As instalações onde funcionaram as escolas da Marinha em Vila Franca de Xira, que estão degradadas e já foram assaltadas 14 vezes só no ano passado vão ser colocados à venda no final do ano. A câmara está interessada mas não tem dinheiro para comprar o espaço, cuja utilização do solo está condicionado a equipamentos de utilização colectiva e espaços de lazer e recreio. Os quinze hectares das antigas escolas da Marinha de Vila Franca de Xira, que incluem os edifícios, duas piscinas e ginásio, vão ser colocados à venda até ao final deste ano. A garantia é da nova proprietária do espaço, a Estamo, sociedade de participações imobiliárias do Estado ligada ao grupo Parpública. A Estamo ficou com as escolas da Marinha por 8 milhões e 536 mil euros a 29 de Setembro de 2010 por um valor bem mais baixo do que aquele que era pedido em 2003 pelo Ministério da Defesa, que rondava os 24 milhões de euros. Vários atrasos na entrega do título de alienação à Estamo por parte do subdirector-geral do Tesouro e Finanças levaram a que a escola só fique efectivamente na posse da Estamo durante este mês de Janeiro, mais de um ano depois de ter sido celebrada a compra do imóvel. “Não é ainda possível indicar um valor concreto para a sua venda visto que ele será o que resultar das avaliações a efectuar no final do ano”, explica a empresa. Contactada pelo nosso jornal, a Estamo também não esclareceu se pretende de alguma forma solicitar uma alteração do Plano Director Municipal, já que este não permite a construção de habitações e define apenas para a utilização do espaço infra-estruturas ligadas ao turismo, equipamentos de utilização colectiva e espaços de lazer e recreio. A presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da LuzRosinha (PS), disse a O MIRANTE que “nunca concordará” com uma alteração do uso dos solos onde está a antiga escola. “Se um dia entrar um pedido de parecer sobre essa matéria a nossa posição discordante será muito clara”, explica a autarca, informando que das conversações que têm existido entre a câmara e a Estamo “não há qualquer indicação da vontade da empresa em alterar essa classificação do solo”. A câmara continua interessada em comprar o espaço mas não tem dinheiro. Numa das últimas reuniões públicas do executivo Maria da Luz Rosinha voltou a frisar que o espaço - que tem sido alvo de roubos frequentes e está degradado e ao abandono - poderia albergar uma universidade ou um serviço da administração central. Até ao momento nenhuma das ideias ganhou forma porque implicam parcerias com privados e até agora não apareceram interessados. No actual quadro recessivo da economia estas poderão ser parcerias ainda mais difíceis de conseguir. As instalações da escola, como O MIRANTE já noticiara, foram alvo de 14 assaltos só no último ano, com os larápios a levar torneiras, cobre, peças de alumínio e mobiliário. O prejuízo ascende aos milhares de euros. As escolas da Marinha, situadas na Quinta da Torre junto à Estrada Nacional 10, formavam anualmente um milhar de militares até ao seu encerramento, em Agosto de 2009, quando foram transferidos para a Base Naval do Alfeite. |
in Mirante
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13 de Janeiro de 2012
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José Botelho Leal
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José Botelho Leal
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15:23
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Labels: GAMMA, Museu de Marinha
DOCUMENTO HISTÓRICO FEITO POR UMA EQUIPA DE TELEVISÃO FRANCESA, EM PLENOS ANOS SETENTA DO SÉCULO PASSADO.
Guerra Na Guine...
Os jornalistas franceses que seguiam nesta patrulha, mandada executar para que eles tomassem conhecimento com o dia a dia das NT estacionadas em BULA, um pouco a N do Rio Mansoa, apanharam um "cagaço", mas registaram algo que mais nenhum registou. Se não estou errado ia também uma jornalista.
A emboscada que as NT sofreram, não estava "no programa", mas isto era o que podia acontecer sempre que se saía para o mato e neste caso julgo que foi para os lados do CHOQUEMONE, uma das zona quente onde o IN tinha "acampamento(s)", na área entre BULA-BISSORÃ-S.VICENTE(já no Rio Cacheu).
O Gen. Spínola, com a seu ajudante de campo (era ainda o Ten. Coronel Almeida Bruno) e o Cmdt do Batalhão de BULA foram lá, mal tiveram conhecimento do que tinha acontecido.
http://www.ina.fr/playlist/
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José Botelho Leal
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Labels: Guerra Colonial
